"A importância científica é muito relevante, tanto quanto a própria floresta fóssil as margens do rio Poti, justamente porquê os troncos estão preservados em posição de vida, refletindo as características e condições do local onde eles realmente viveram", pontuou o paleontólogo.

O local fica a cerca de 40 km da zona Urbana de Teresina e é de fácil acesso. A Seman já realizou três visitas ao local e agora estuda uma forma de junto aos moradores da região, preservar a descoberta histórica.
"É importante trabalhar junto a comunidade. Levar informação as pessoas que moram ali e vivem naquele local. Há uma escola perto onde os professores podem dar aulas no entorno do rio e tudo acaba se tornando um objeto de estudo", acrescenta o professor e pesquisador.
Outros materiais de divulgação para popularizar o conhecimento do local também devem ser produzidos após novas pesquisas de levantamento.