Ao chegarem ao local no qual seriam interrogados, os responsáveis mostraram-se muito exaltados. Um dos pais, inclusive, fez gestos obscenos para membros da imprensa que aguardavam a chegada dos familiares e agrediu um dos jornalistas, fechando a porta da van na mão do repórter. As famílias vem sendo ameaçadas desde que o crime tornou-se público.

Ainda de acordo com a publicação, uma semana após o crime os familiares relataram não ter estrutura e perspectiva de vida e terem perdido o controle sobre os filhos há anos. Segundo o coronel Márcio Oliveira, comandante do policiamento na capital, os pais foram interrogados sobre onde se encontravam, o que estavam fazendo, onde os filhos estavam, dentre outras perguntas.
O juiz Leonardo Brasileiro e o promotor Cesário de Oliveira permaneceram no local após as oitivas até por volta das 20h, contudo não falaram com a imprensa.