
"O projeto começou com meu filho. Os pais reclamam que as crianças ficam só no celular, no videogame, e meu filho não é diferente, só que comecei a incentivá-lo a usar essa tecnologia como ferramenta. Isso chamou atenção dos amigos dele, aí criamos um grupo", diz o professor.
Com recicláveis e eletrônicos retirados do lixo, os inventores mirins, com idade entre 7 a 14 anos, propõem soluções para problemas do dia a dia, como um robô que simula o resgate de vítimas de deslizamento e rendeu ao grupo um prêmio na última Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR).