Ela esclareceu dúvidas sobre a nova regra transitória, que prevê 65 anos de idade e mínimo de 25 anos de contribuição para homens e mulheres.
“Vai mexer e vai impossibilitar muitas pessoas de se aposentarem, especialmente as mulheres, porque agora o tempo de contribuição mínima é de 25 anos”, declarou Claudia Falcão.

Na ocasião, os presentes demonstraram suas preocupações e esclareceram inúmeras dúvidas, entre elas o tempo de duração da pensão e as cotas, que serão determinadas de acordo com a idade do previdenciário no momento do óbito.
Claudia Falcão também chamou a atenção para alguns benefícios, que serão mantidos.
“Mas de qualquer forma, o governo mesmo mexendo deixou alguns benefícios, como o pessoal que entrou no serviço público até 31 de dezembros de 2003, ele está garantindo a paridade e a integralidade”, finalizou.

