Caroline Naiane Brito Barbosa"A gente tenta os métodos mais rápidos e até com menos gastos como é o caso da arcada dentária. Infelizmente, a cabeça não existia mais e ficou impossível a comparação dentária. Também não havia mais digitais. O corpo ficou muito carbonizado. Restou apenas o exame genético. A gente fez a retirada da patela (osso do joelho) para exames e coletamos a referência do parente que apareceu para comparação", explica Antônio Nunes, diretor da polícia técnico-científica do Piauí.
O resultado do exame ficará pronto nos próximos dias. O diretor da polícia técnico-científica explica que a médica tinha perfurações praticamente em todo o corpo.
O velório ocorreu neste domingo (12) em cerimônia reservada à família. As investigações apontam que a médica foi vítima de feminicídio na frente da filha de apenas cinco anos de idade que foi deixada na casa da avó pelo próprio suspeito com a roupa com marcas de sangue da mãe.