O desafio atual é traduzir toda a legislação estadual de defesa agropecuária relacionada ao Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) para o inglês. Essa tarefa deve ser concluída até 30 de julho, conforme prazo estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
Essa tradução é essencial para a elaboração de um dossiê que o Ministério está preparando para a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que analisará o pleito brasileiro e, durante esse processo, revisará as principais legislações estaduais sobre a criação dos órgãos executores e a implementação do sistema de defesa agropecuária, bem como as normas relacionadas ao Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, como trânsito, cadastro e ações de fronteira.
O trabalho de vigilância contra a febre aftosa vem se intensificando, com fiscalizações em propriedades que não realizaram a última etapa de vacinação.“Imediatamente após a comunicação, já articulamos a busca de um tradutor especializado para esse trabalho, que requer precisão devido aos termos técnicos presentes nos documentos. Estamos muito próximos dessa conquista, que será formalizada na França e abrirá mercados inimagináveis há pouco tempo atrás,” declarou João Rodrigues, diretor-geral da Adapi.
Paralelamente a essa meta, o trabalho de vigilância contra a febre aftosa vem se intensificando, com fiscalizações em propriedades que não realizaram a última etapa de vacinação.
“Todo esse trabalho engrandece a capacidade da nossa agência e do Brasil na defesa agropecuária, fortalecendo a credibilidade do nosso sistema de vigilância sanitária. Isso traz segurança para a população e para os empreendimentos frigoríficos e indústrias que estão se instalando no estado, gerando emprego, renda e alimentos de qualidade, em consonância com a gestão do nosso governador Rafael Fonteles,” destacou Idílio Moura, gerente de Defesa Animal da Adapi.