"Enquanto o governo tem um bilhão em precatório, ele deixa de ganhar este montante, porque as empresas não pagam os impostos estaduais e ICMS. Com aprovação do projeto de lei, vamos criar uma vara tributária para fazer esta cobrança, para que o recurso entre no estado do Piauí. São impostos como ICMS e outros estaduais", declarou.

Themístocles Filho afirmou ainda que a carga tributária do estado não penalizará o contribuinte e que há uma previsão do governo arrecadar mais de R$ 500 milhões na regularização das terras do cerrados, além de outras medidas como arrecadação do ICMS.
Ele também avaliou como positiva a receita do estado, que conseguiu avançar apesar da diminuição da receita federal. Com a escassez de recursos federais, o executivo e legislativo formaram uma parceira para criação de leis que podem gerar mais renda.
"Em 2015, o poder executivo teve no legislativo um parceiro para ajudar o estado no Piauí. Com isto, conseguimos equilibrar as receitas, mesmo na falta de dinheiro para outros investimentos. É importante ressaltar que todas as propostas do governo encaminhadas para a Alepi foram aprovadas", comentou.
