Piauí é o 3º estado com pior proporção de salas de cinema
04/11/2018 às 08:41 Atualizado em 04/11/2018 às 09:56 2 min de leitura

Segundo o relatório, houve consistência na ampliação de salas nos municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes e, ainda, uma surpresa, que consistiu no aumento da quantidade de salas em cidades entre 20 mil e 100 mil habitantes, fato que não ocorria desde 2014.
Importante espaço de cultura e arte, o cinema, entretanto, ainda permanece como uma estrutura inacessível para grande parte da população. Somente 10,7% das salas de exibição mantêm seu funcionamento de forma independente de complexos comerciais, ou seja, são classificadas como cinemas de rua. O restante (89,3%) está localizado no interior de shopping centers.
O encarecimento do preço dos ingressos no país pode ser um fator que explica a falta de popularidade do cinema. Em 2013, o valor médio da entrada era R$ 11,73, subindo, nos anos subsequentes, para R$ 12,57, R$ 13,59, R$ 14,10 e R$ 15, no ano passado.
No relatório, as unidades federativas são avaliadas conforme a relação entre o número de habitantes por salas de cinema disponíveis. Distrito Federal (34.539), Roraima (34.842) e São Paulo (43.654) aparecem no topo da lista, enquanto os estados que apresentam as piores proporções são Bahia (144.759), Pará (126.767) e Piauí (123.818). A média no Brasil é de 64.431 habitantes por sala. Já nos Estados Unidos, para cada grupo de 8.056 pessoas, há uma sala de exibição.
*Com informações da Agência Brasil
Fonte: CidadeVerde.com
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