Só este ano foram registrados mais cem novos casos nos meses de junho e julho, de acordo com os números da Secretaria Estadual de Saúde.

Segundo a secretaria os casos diagnosticados são multibasilares, ou seja, é a forma avançada de contágio da doença.
“A hanseníase tem cura, o tratamento é gratuito e é uma doença clínica. O médico avalia e dá o diagnostico e passa o tratamento”, disse a supervisora estadual de hanseníase da secretaria estadual de Saúde, Eliracema Alves.
A secretaria de Saúde está realizando ações com os profissionais de saúde, para que possam ter mais precisão no diagnóstico da doença.
“Estamos intensificando as ações para que essa doença seja diagnosticada da maneira mais rápida pelos profissionais”, lembrou a supervisora.