O supervisor de Entomologia da Secretaria Estadual de Saúde do Piauí (Sesapi), Ocimar Alencar, ressaltou que os dados dão à pasta um retrato momentâneo e que com ele é possível contornar de imediato a situação e acender um alerta para os municípios que apareceram na lista.
“Isso pode não traduzir num surto de casos de arboviroses. Esses resultados são do ano passado. A partir do momento que temos esses resultados, orientamos a intensificação da vigilância para a eliminação desses criadouros”, acrescentou Ocimar Alencar.
Cidades com alto risco de infecção:


Apesar do número de cidades piauienses na lista, o supervisor da Sesapi destacou que a secretaria trabalha com dois componentes para acompanhar a evolução da dengue em solo piauiense.
“Um é o componente epidemiológico, que trata do número de casos humanos, onde monitoramos dia a dia. O outro é entomológico, que é a pesquisa relacionada a larva, onde nos dá uma ideia da presença dela no município”, explicou o supervisor da Sesapi.
Com base no componente epidemiológico, Ocimar Alencar destacou que o Piauí vem apresentando uma redução no número de casos se comparado com 2022. Segundo Alencar, a primeira semana de 2023 comparada com 2022 apresenta uma redução de dengue de 83,9% e de chikungunya de 76,6%.
"E temos uma estabilidade referente a primeira semana", completou Ocimar Alencar.
