
O cientista político diz que os votos desses eleitores sinalizam de forma equivocada para gestão quais os problemas que ela de fato deveria encarar e implementar como política pública. "Essa distorção precisa ser corrigida no sistema político brasileiro”, pontuou.
O levantamento foi feito com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-PI, Emmanuel Fonseca, explicou que o IBGE adota um conceito de domicílio diferente do Tribunal Regional Eleitoral.
Cléber de Deus diz que a distorção pode ser até maior. "Dentro do número de habitantes há também aqueles que ainda não tem idade para votar e aqueles que têm voto facultativo", explicou.