“O IML sempre tem corpos que ficam aguardando que apareçam parentes, às vezes sem identificação, ou às vezes não reclamados, não há quem os receba. E a gente precisa de um destino, um destino digno. A maioria vai para o enterro normal, conforme as nossas obrigações das prefeituras, mas alguns deles podem ir para a universidade, para instituições de ensino, para ajudar na formação dos novos alunos e que, futuramente, serão os profissionais que cuidarão da saúde da população”, explicou o perito geral da polícia Técnico-Científica, Antônio Nunes.
As instituições que desejam se inscrever devem se apresentar para assinatura de convênio.Ainda segundo Antônio Nunes, as instituições que desejam se inscrever devem se apresentar para assinatura de convênio com fins de auxílio, também, nas atividades da perícia oficial de natureza criminal, como contrapartida.
“A ação ajudará essas instituições na formação de profissionais de saúde melhor qualificados para atenderem a sociedade, além de melhorarem a análise das provas materiais e, em consequência, processos mais robustos”, concluiu Nunes.