A polícia está usando a segunda via do bilhete da passagem para chegar até os criminosos.As investigações começaram a partir de apreensões realizadas no posto da BR-343. Os carregamentos saíram de Brasília(DF) e tinham como destino Teresina. Para despistar a polícia, os bandidos compram a passagem, mas não embarcam no mesmo ônibus da mercadoria.
“Temos percebido que o criminoso viaja em outro coletivo e vem monitorando a mercadoria. Mas ele evitar viajar junto com o medicamento contrabandeado”, disse o inspetor Wellendal Tenório, da Polícia Rodoviária Federal.
A polícia está usando a segunda via do bilhete da passagem para chegar até os criminosos. “Nós também, queremos chegar aos receptadores”, explicou o inspetor.
O contrabando de medicamentos por meio de ônibus convencional representa um risco para a saúde dos passageiros e também, para quem vai consumir o produto. “O transporte de forma inadequada pode alterar a composição do medicamento e causar problema para o consumidor. Já no caso de um vazamento, o problema é para quem está no coletivo”, ressaltou o inspetor da PRF.