“Eles chegam aos locais onde há máquinas de apostas ou em bancas de jogo do bicho para subtrair das pessoas quantias arrecadadas. Uma vítima chegou a pagar R$ 10 mil. Eu sei que essas máquinas não agem de forma legal, mas os suspeitos estão cometendo crimes ao se passarem por agentes públicos”, explicou o coordenador do GAO, Joatan Gonçalves.
Joatan GonçalvesJoatan Gonçalves destacou que os homens não apresentam carteiras funcionais, mas as vítimas deixam de questionar a apresentação dos documentos porque se sentem ameaçadas.
“Eles chegam dizendo que são policiais e demonstram estar armados, a pessoa tem medo e nem pergunta por identificação. Elas só descobrem que foram vítimas depois de um tempo”, pontuou.
A polícia conseguiu imagens de segurança e descobriu que o veículo usado pelo grupo criminoso tem placa do Rio Grande do Norte.
“Estamos investigando para saber se eles são daqui do estado ou não. E se forem, acredito que estão hospedados em hotéis de Teresina ou Timon”, afirmou.