"Os laudos são imprescindíveis. Prefiro não me manifestar sobre as circunstâncias da morte sem antes ter recebido os laudos", disse o delegado. Até agora, o delegado ouviu vários depoimentos. Um deles foi o do prefeito eleito de Barreiras, Maurício Neto Parente Lacerda, conhecido como Mauricinho. Na oitiva, apesar de não ter presenciado a cena, o gestor declarou que o caso foi de um suicídio.

O delegado também colheu informações sobre o perfil psicológico de Crisleyde. Segundo as investigações, a ex primeira-dama, não vivenciava uma depressão. "Ela tinha problemas comuns, corriqueiros, nada fora do normal", resumiu o delegado Welton.
O inquérito que apura a morte da ex primeira-dama deve ser concluído até o dia 12 de fevereiro. Caso haja necessidade, o delegado deve pedir prorrogação do prazo por mais 30 dias.
"Os laudos são importantes para averiguarmos se as versões contadas nos depoimentos realmente batem com a verdade", explicou o delegado Welton.
O Cidadeverde.com tentou contato com o Instituto de Criminalística, mas não as ligações não foram atendidas.
A primeira-dama de Barreiras do Piauí, Crisleyde Sousa, 29 anos, foi encontrada morta dentro da própria residência na noite de sexta-feira (13).