Presa por matar colega de trabalho a tesouradas diz que foi vítima de calúnia
06/08/2020 às 15:29 Atualizado em 06/08/2020 às 15:40 2 min de leitura

As acusações seriam de que ela estava praticando furtos no estabelecimento em que trabalhava com a vítima. A polícia não acredita nesta versão e, segundo relatos de testemunhas, não há indícios de que isto tenha ocorrido.
A delegada Luana Alves, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoas (DHPP), disse que a suspeita, que já está presa, será indiciada por homicídio duplamente qualificado.
"O crime foi um homicídio mesmo com duas qualificadoras. A primeira foi a de que impediu a defesa da vitima. Ela não tinha como se defender porque, analisando as imagens das câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas, a gente viu que a investigada estava numa sala quando a vítima entrou nessa sala, entrou e saiu, foi pega de surpresa. Foi praticamente um ataque. Teve puxão de cabelo e os golpes de tesoura", conta a delegada.
A segunda qualificadora, segundo as investigações, foi o meio cruel como aconteceu o assassinato. Havia tufos de cabelo na tesoura usada no crime. "Ela sofreu golpes no rosto, cabeça, mãos e feridas no corpo", acrescenta a delegada.
O inquérito do caso deve ser concluído nos próximos dias.
Fonte: Cidadeverde.com
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