Procon discute uso de inseticidas no combate ao mosquito Aedes aegypti
02/09/2016 às 13:54 Atualizado em 02/09/2016 às 15:01 2 min de leitura

Participaram da audiência representantes da Agência de Defesa Agropecuária (Adapi) e da Associação Piauiense dos Controladores de Praga (ASPRAG), além de comerciantes dos produtos inseticidas e agropecuários.
A coordenadora do CAODS, Karla Daniela, lembrou que, em pesquisas científicas, o mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika também é apontado como causador da microcefalia. "É necessário unir forças para combater esse mosquito, evitando a formação de focos para proliferação. O uso exagerado de inseticidas faz com que o Aedes aegypti se torne mais resistente”, expôs a Promotora de Justiça.
O Coordenador-Geral do Procon-MPPI, Promotor de Justiça Nivaldo Ribeiro, chamou atenção para outro problema recorrente, que é o descarte das embalagens de produtos, que, quando feito de modo incorreto, gera prejuízos ao meio ambiente e favorece a proliferação do mosquito. O Promotor de Justiça ainda destacou que não há um controle na venda, propondo a legalização das empresas irregulares e sugerindo que sejas formalizadas denúncias contra os fabricantes para apuração.
No final da audiência, ficou acertado que a ASPRAG apresentará, no prazo de 15 dias, a lista com o nomes e endereçso de todos os fabricantes dos produtos. Já a Vigilância Sanitária deve apresentar, no mesmo prazo, a relação de empresas que possuem licença para funcionamento. As empresas ainda se comprometeram a desenvolver ações que conscientizem o consumidor sobre a importância da prevenção nos locais que possibilitem a reprodução do Aedes aegypti.
Fonte: Cidadeverde.com
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