
Segundo Antônio Luiz, fiscal do Procon, a operação teve como base a comparação dos preços de julho até setembro desse ano.
Durante a operação, os estabelecimentos foram autuados e devem prestar esclarecimento nos próximos dias para que o órgão prossiga nas investigações.
“Em torno de 15 dias, o estabelecimento deverá apresentar uma justificativa sobre porque o produto está caro. Eles deverão apresentar notas fiscais para saber se o aumento já veio incluso no fornecimento, se for assim, será realizado uma fiscalização nos fornecedores”, explicou Antônio Luiz.