Professores da Ufpi sofrem agressões e são vítimas de pichações de ódio
30/11/2016 às 09:01 Atualizado em 30/11/2016 às 10:18 2 min de leitura

As mensagens - algumas incitando o ódio – estão causando debates e provocando indignação na classe universitária. As pichações se concentram mais no CCE (Centro de Ciência da Educação) e até o diretor José Augusto Sobrinho foi alvo dos ataques.
Na parede, escrita com letra vermelha, o grupo – ainda não identificado- provocou: “se o diretor do CCE sai, o Temer sai também”.
Pelo menos seis docentes são alvos das agressões. Um deles é o professor de História, Dalton Macambira, ex-secretário Estadual de Meio Ambiente. Em pichações, Dalton é chamado de “ditador” e foi agredido verbalmente, juntamente com outros professores durante assembleia.
“Esses ataques vêm de um movimento sem maturidade que acham que o caminho é a agressão. Não concordei com a greve na Ufpi, neste momento, pra não fragilizar o movimento contra esse governo golpista”, afirmou Macambira.
O professor Laerte Magalhães, do curso de Comunicação Social, que foi chamado de “fascista” em pichações na sala dos professores, estranha a atitude do grupo.
desabafou Laerte Magalhães que trabalha há mais de 30 anos na Ufpi.
Fonte: Cidade Verde
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