Professores discutem estratégias para melhoria da educação inclusiva em Floriano
17/09/2010 às 10:52 Atualizado em 17/09/2010 às 18:38 2 min de leitura

A falta de treinamentos especificos e cursos de educação especial acabam prejudicando os trabalhos dos professores em sala de aula. E o sistema educacional não pode aceitar um ensino de faz de conta.
Os núcleos educacionais para os portadores de deficiência existem, mas como incluir? Esse é um dos questionamentos mais frequentes de pedagogos e professores. Em alguns estados brasileiros a inclusão já é uma realidade feliz, digo feliz, porque o estado oferece subsidios para que os educadores comecem a aplicar o que aprenderam e assim envolver a turma toda.
No Piauí, a inclusão acontece aos poucos e os educadores buscam a todo instante capacitações e treinamentos que possam auxiliar no dia a dia na sala de aula. Em Floriano, os professores que atuam na APAE e nas escolas públicas estão passando por uma oficina de capacitação em educação inclusiva.
A capacitação vai durar apenas um dia, durante toda a sexta-feira, 17, os professores estarão recebendo dicas e planos de aula que poderão ser aplicados nas escolas de Floriano.
A proposta é melhorar o ensino aplicado nas escolas florianenses.
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Comentários (1)
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JOSE HENRIQUE DA SILVA PEREIRA · 17/09/2010 às 20:50
No meu ponto de vista a inclusão de portadores de necessidades especiais é algo que dificilmente acontecerá integralmente. Considero a inclusão um projeto utópico. Explico-me, utópico porque apenas a adaptação de professores e alunos no método especial não é suficiente para que haja inclusão. Além disso, deve ser mudada a forma de ensinar, por exemplo, apenas um professor não é suficiente para dar conta do recado. Muitas vezes o professor pode ter um aluno hiperativo e outro com síndrome de down. Sabemos que os primeiros são muito agitados e os últimos calmo demais. Além desses temos que levar em consideração os alunos chamados "normais". Sempre faço o seguinte questionamento: como o professor deve agir em uma situação como esta? NO caso de se trabalhar surdo-mudo é bem mais fácil, pois se o professor tiver conhecimento de LIBRAS será mais fácil trabalhar porque muitas vezes os alunos que ouvem aprendem a linguagem de sinais e facilita a inclusão. Eu e minha esposa somos professores e já fizemos alguns cursos de LIBRAS, ela quase 500 horas eu ainda sou iniciante tenho apenas 200 hora, sempre dicutimos a questão da inclusão. No meu ponto de vista a inclusão da maneira como está sendo feita não funciona. Nao sou contra, mas ela deve ser repensada, procurar novas metodologias
