Os professores das redes estadual e municipal de educação de Floriano, em comum acordo com os profissionais da educação de todo o país, paralisaram os trabalhos nesta segunda-feira (17), em uma mobilização nacional para exigir o cumprimento da Lei do Piso, carreira e jornada, Investimento dos royalties de Petróleo na valorização da categoria, votação imediata do Plano Nacional de Educação, destinação de 10% do PIB para a educação pública e contra a proposta dos governadores e o INPC.

Convocada pela CNTE e encampada pelo SINTE-PI e pelas demais entidades representativas dos Trabalhadores em Educação Pública no Brasil, a greve nacional está ocorrendo em Floriano com atividades na Praça Dr. Sebastião Martins. Em Teresina foi feita uma manifestação em frente ao Palácio de Karnak.

Imagem: FlorianoNewsProfissionais da educação de Floriano participam de paralisação nacional.(Imagem:FlorianoNews)

A paralisação, realizada durante a Semana Nacional da Educação, se estenderá até o dia 19 de março, com uma grande manifestação em Brasília-DF.

De acordo com a presidente do SINTE/Regional de Floriano, professora Léa Almeida, na mobilização serão levantadas reivindicações a nível municipal, estadual e nacional.

“Nos mobilizamos para esses três dias e cabe a cada professor e cada profissional da educação saber se vale apena ele fazer uma reivindicação justa como essa”, disse Léa Almeida.

Imagem: FlorianoNewsProfessora Léa Almeida(Imagem:FlorianoNews)Professora Léa Almeida

A paralisação tem adesão de todas as categorias e deve mobilizar maioria dos professores e servidores da educação no Piauí, que assumiram o compromisso de repor as aulas referentes aos três dias de greve.

Imagem: FlorianoNewsProfissionais da educação de Floriano participam de paralisação nacional.(Imagem:FlorianoNews)