Voltado para jovens que já concluíram o ensino fundamental, o projeto foi criado para atender estudantes de regiões periféricas, historicamente carentes de atividades culturais complementares. Com foco na inclusão socioeconômica, busca oferecer uma plataforma para que esses jovens possam desenvolver suas habilidades criativas e contar suas próprias histórias por meio das lentes do audiovisual.
“Além de promover a expressão artística e o desenvolvimento de habilidades essenciais para o século XXI, o projeto tem como objetivo integrar o audiovisual a outras disciplinas escolares, contribuindo para a formação humana mais inclusiva e combatendo desigualdades sociais”, pontuou Gustavo Miranda, coordenador das oficinas.
A iniciativa tem o apoio da Secult, por meio da Lei Paulo Gustavo.As escolas participantes são o Centro Estadual de Tempo Integral (Ceti) Didácio Silva, Ceti Raldir Cavalcante e Ceti Professor Pinheiro Machado, todas localizadas em áreas que se beneficiam diretamente da proposta do projeto.

Com essa iniciativa, espera-se não apenas capacitar os jovens, mas também fortalecer o acesso à cultura, incentivando novas gerações a explorarem o cinema como forma de expressão e transformação social.
