
A União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) também participam do ato nesta quarta-feira. O grupo pede uma reunião com o ministro da Educação, Milton Ribeiro.
Pela Constituição, desde 1996, a instituição de ensino deve encaminhar ao presidente da República uma lista com os três candidatos à reitoria mais votados internamente. Por tradição, o presidente da República formaliza a escolha do primeiro nome.
Ao longo de seu mandato, no entanto, Bolsonaro nomeou 16 reitores que não foram os eleitos pela comunidade. Na Universidade Federal do Piauí (UFPI), por exemplo, o presidente escolheu o segundo mais votado. Já no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), ele empossou um reitor temporário.
O G1 questionou o MEC sobre os critérios adotados pelo governo, mas não recebeu resposta até a última atualização da reportagem.