De acordo com Bernardo Carvalho Filho, coordenador das atividades operacionais da Agespisa, o tempo de uso deixou a mesma vulnerável, o que tem provocado constantes rompimentos, deixando a cidade inteira sem água por longos períodos.
“Devido à quantidade de uso da adutora, que tem aproximadamente 39 anos, a mesma vai se fragilizando e consequentemente se rompendo. E logo nós colocamos uma bomba com capacidade melhor, então ela como está bastante velha a tendência é ficar se rompendo”, disse.
Segundo o coordenador, a adutora se torna a principal porque ela é quem leva a água do setor de captação até a estação de tratamento, e para a realização de manutenção a cidade tem que ficar sem água.
Ainda de acordo com Bernardo Carvalho, a Agespisa possui um projeto para uma nova adutora, já que a adutora atual não aguenta mais o sistema de bomba.
Rompimento de adutora provoca falta de água em Floriano.

