A atividade foi coordenada pelo Comitê Estadual de Prevenção de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal, instituído pela portaria nº 5855, de 20 de setembro de 2023. Foram abordados temas que dizem respeito ao aperfeiçoamento das ações do grupo.
“Essas oficinas são importantes, porque acreditamos que, qualificando e fortalecendo os comitês regionais e hospitalares, será uma forma efetiva de combater os números de morte materna, infantil e fetal”, destacou Arimatéia Santos, presidente do comitê estadual.
A atividade abordou temas que dizem respeito ao aperfeiçoamento das ações do grupo.A programação incluiu, entre outras coisas, a discussão das legislações, definições e atribuições do comitê, o fluxo de declaração de óbito e ficha de investigação hospitalar do óbito materno, infantil e fetal, bem como a abordagem do plano de ação do comitê hospital e sua importância.
“Quando fazemos nossas reuniões periódicas, nos deparamos e discutimos esses óbitos, percebemos a importância da assistência. Primeiro a ambulatorial, pré-natal, mas também a assistência hospitalar para reduzirmos esses números ainda mais”, pontuou o presidente.
Os comitês hospitalares e macrorregionais atuam na identificação das possíveis causas dos óbitos maternos, infantis e fetais, ajuda na tomada de decisão e verificação dos pontos que precisam de melhorias dentro da rede.