
O superintendente de Gestão da Rede de Média e Alta Complexidade da Sesapi, médico Alderico Tavares, esclarece que, inicialmente, a retomada, a partir desta semana, será de "50% para consultas e exames e 30% da capacidade de cirurgias, podendo ser ampliadas de 15 em 15 dias, para 50%, 75% e 100%. O atendimento segue a fila de espera, com aqueles que já estavam com as consultas, exames e cirurgias agendas, desde a paralisação”.
"Essa abertura estabelece tanto os serviços da rede estadual bem como os serviços privados contratualizados com o SUS. Essa portaria tem âmbito estadual, atingindo tanto os hospitais locais como os hospitais regionais, bem como os principais hospitais da capital: tanto o Hospital Getúlio Vargas como o Hospital Infantil (Lucídio Portela), o (Hospital) Natan Portela, o Hospital da Polícia Militar e a Maternidade Evangelina Rosa".
Com a liberação a partir desta semana, a Sesapi ressalta que "o crescimento será gradativo no decorrer de cada quinzena e de acordo com a diminuição dos casos da Covid-19. As unidades de saúde têm obrigação de cumprir as medidas de prevenção ao novo coronavírus".
"Vale salientar que haverá avaliações periódicas do perfil epidemiológico da pandemia e que esse retorno será gradual, de acordo com as filas existentes antes da pandemia. O acesso às consultas eletivas seguirão os trâmites normais existente: a procura pela assistência bem como a marcação de consulta com o especialista. Quem já estava com a sua consulta marcada antes da pandemia, a fila está sendo requalificada pelo municípios para que possamos ter, realmente, a verdadeira quantidade de demanda reprimida existente ".
A Sesapi também informa que "o atendimento não será de livre demanda e necessita de prévio agendamento, sendo respeitada a fila de espera da regulação". Nas consultas eletivas, os pacientes devem chegar com 15 minutos de antecedência e deixar o local assim que receber o atendimento.
O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, pede cautela à população nesse processo de retomada, " evitando levar acompanhantes para as consultas e só utilizando dos mesmos em casos necessários como crianças, idosos, portadores de necessidades especiais e pacientes com baixa capacidade de locomoção”.