Solenidade comemora o Dia Nacional da Adoção
08/05/2014 às 09:30 Atualizado em 08/05/2014 às 17:03 2 min de leitura

Ressaltando a desigualdade social no país, razão pela qual “não oferece as mesmas oportunidade de vida a todos”, o deputado considera importante a medida que oferece um novo ambiente familiar a crianças e adolescentes órfãs e lembra ainda de pais que, apesar da pretensão da paternidade, são impedidos por problemas orgânicos de se tornarem pais, motivo da busca pelo aparato legal adotivo.
O parlamentar reconhece a burocracia no processo de adoção no Brasil, embora atribua à exigência a segurança e estabilidade física e psicológica dos adotados.
“O processo de adoção não é fácil. Os interessados em adotar crianças e adolescentes no nosso país devem apresentar uma documentação referente a sua condições de vida social; uma maneira de garantir que o adotado tenha conforto e segurança pelo adotante”, explica Solano.
Para a solenidade marcada para o dia 26 de maio no Plenário do Poder Legislativo estadual, às 10 horas, o petista convidou a presidente do Centro de Reintegração Familiar e Incentivo à Adoção no Piauí, Maria Francimélia Nogueira e Maria do Socorro Solano Nogueira, ex coordenadora do Lar da Criança.
Os dados do Cadastro Nacional de Adoção revelam uma desigualdade alarmante na relação entre pretendentes e candidatos à adoção. Enquanto 26.694 pessoas estão aptas a adotar, 4.427 crianças e adolescentes esperam por um novo lar. A explicação para essa discrepância reside nas preferências de quem está em busca de um filho: dos interessados, 70% só aceitam crianças brancas, 80,7% exigem que elas tenham no máximo três anos de idade – apenas 7% dos candidatos disponíveis têm essa idade, segundo o sistema - 86% só aceitam adotar crianças ou adolescentes sozinhos, enquanto boa parte dos jovens possui irmãos, conforme aponta o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). ??
Fonte: Alepi
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