
Em sessão por videoconferência, os desembargadores da 2ª Câmara Especializada Criminal decidiram, por maioria de votos, em negar liberdade a Arimateia Azevedo, revogando a liminar concedida anteriormente.
Dois desembargadores votaram a favor e um contra. A decisão ocorreu em harmonia com parecer do Ministério Público.
Foi determinado ao delegado geral da Polícia Civil que conduza o jornalista para um presídio, em compartimento reservado a presos com curso superior, como previsto na Constituição.
Os desembargadores analisaram outro parecer do MP, em acordo com a defesa de Arimateia Azevedo, para que ele cumprisse a custódia na Acadepol.