Elas reivindicam maneiras de garantia das terras onde vivem, além de regularização dos assentamentos e reforma agrária. "Nós só vamos sair daqui depois que falarmos com o governador Wilson Martins. Hoje é dia da mulher. Não é possível que ele continue nos enganando, sem querer receber a gente", protestou uma das líderes do movimento.
Quando o clima começou a ficar mais tenso, com a chegada de professores da rede estadual pública de ensino, que estão em greve já há duas semanas, assessores do governador chamaram a Polícia. RONE colocou várias viaturas a disposição e impediu que as mulheres entrassem no Karnak. Elas gritavam frases de protesto e se recusaram a formar uma comissão para ser recebida e ir embora. Logo em seguida a primeira-dama e secretária de Saúde Lilian Martins fez uma solenidade onde lançou um novo centro materno no Estado.
Trabalhadoras tentam invadir Karnak no Dia da Mulher
