TRE-PI suspende divulgação de pesquisa do Amostragem com questionário duvidoso
15/08/2026 às 22:09 Atualizado em 15/08/2026 às 22:11 2 min de leitura
A decisão foi proferida na sexta-feira (14) pela desembargadora eleitoral Lucicleide Pereira Belo, relatora de uma representação apresentada pelo Diretório Estadual da Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas.
A federação contestou a metodologia utilizada pelo instituto e alegou que a sequência das perguntas poderia induzir as respostas dos entrevistados. Segundo a representação, o questionário apresenta uma série de perguntas sobre a avaliação da gestão do atual governador, além de obras e programas estaduais, antes de formular a pergunta espontânea sobre a intenção de voto para o Governo do Estado.
A desembargadora considerou que a sequência das perguntas poderia provocar o chamado efeito de ancoragem, influenciando a resposta do eleitor na pergunta posterior sobre intenção de voto e poderia comprometer a espontaneidade da resposta: “A ocorrência do efeito de ancoragem, na hipótese vertente, afigura-se de tal modo manifesta e auto evidente que prescinde de qualquer dilação probatória ou perícia técnica”.
Fonte: Ascom
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