Tubarão viaja com mistério a Caruaru, e Moroni argumenta: "Série D exige"
18/06/2016 às 08:27 Atualizado em 18/06/2016 às 09:21 2 min de leitura

Na madrugada de sábado, o elenco pega voo com escala em Brasília até Recife. De lá, mais 140km de estrada. O técnico Moroni acredita que o desgaste da viagem não irá impactar o rendimento do Azulino.
- Começamos a fazer a viagem mais cedo, os horários dos voos são fora do normal. Temos que descansar bastante, mas quem trabalha no futebol sabe que vai ter que ter viagens longas, esperamos que os jogadores se superem. A responsabilidade do adversário é maior, mas sabemos que na Série D para se classificar tem que arrancar ponto fora. Por isso, nossa perspectiva é fazer um grande jogo mesmo jogando com o time forte – ponderou o treinador.
Para a partida, a segunda rodada do Grupo A6, o técnico vai ter dois desfalques, os mesmos da vitória em cima do CSA no Pedro Alelaf: o meia Idelvando (contratura na coxa) e o zagueiro Renan (cirurgia no dente). No mais, Paulo Moroni repete os relacionados. Contudo, o chefe azulino preferiu esconder a escalação – por exemplo, a entrada do garoto Dênis.
- No primeiro jogo, a proposta foi bem executada, vamos continuar dar sequência nisso. Porém, temos uma segunda opção, isso vamos guardar conosco. A Série D é uma competição complicada, quando menos o adversário souber, melhor. Exige isso - comentou, explicando em seguida:
- Todo treinador tem o coringa, trabalhamos com jogadores que têm capacidade de realizar mais de uma função. Quando se tem essa possibilidade, você pode fazer algumas variações, tínhamos a intenção de fechar o lado esquerdo do CSA, que era mais forte, e o time foi bem. Agora vamos analisar se permanece ou não - finalizou.
Fonte: Globoesporte.com
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