“Decidimos que não votaremos favorável a este projeto, porque não podemos alienar os bens que são da população sem sabermos como de fato esse dinheiro arrecadado com a venda desses imóveis serão aplicados, pois até agora não foi apresentado nenhum projeto de construção e reforma dos prédios citados no Projeto de Lei, que indiquem os valores que serão gastos”, divulgou em nota.
Vereador Akássio Alves de Sousa (PRTB)O parlamentar, hoje oposição ao governo municipal, relatou ainda não ser contra o progresso do município, mas que se faz necessário conhecer as reais intensões da venda dos bens pertencentes ao patrimônio do município.
“Ressaltamos que o Vereador Akássio não é contra a Construção do espaço para o Camelô, da reforma do Mercado Central, da construção da nova Sede da Secretaria Municipal de Saúde, nem tampouco da construção da nova sede do Centro de Zoonoses e de um novo cemitério, e sim, contra a forma que esses recursos serão captados, pois não temos nenhuma informação concreta da forma que esses recursos serão aplicados. Estamos passando por um momento que precisamos adquirir bens e estruturas para nossa cidade, e não de vendermos o pouco que já temos”.
Ainda segundo o vereador, “outro aspecto interessante desse pedido de alienação, é que o Poder Executivo concluiu este Projeto de Lei desde o dia 19 de junho, e só nos enviou no recesso Legislativo, e ainda, solicitou que o mesmo fosse apreciado e votado em regime de urgência, para que fosse aprovado sem o amplo conhecimento da população. Graças ao pedido por unanimidade da bancada de oposição, conseguimos adiar a votação dessa matéria para segunda-feira (16), para que pudéssemos ouvir toda população e opinarmos conforme a vontade do povo. Dessa forma, após termos ouvido toda a nossa base e o povo de Floriano, já temos nosso posicionamento: Não votaremos favorável a esta matéria!”.