'Vote em Tiririca, pior do que está, não fica'. Famosos candidatos Brasil afora
20/08/2010 às 11:32 Atualizado em 20/08/2010 às 11:36 3 min de leitura

A campanha eleitoral deste ano ganhou candidatos, a vários cargos políticos, curiosos, e até engraçados. São famosos em busca de um espaço na política. É o caso de Lindolfo Pires, candidato a deputado estadual pelo partido Democratas (DEM) no Estado da Paraíba. Lindolfo ficou conhecido como Michael Jackson cover e adotou, inclusive, a trilha “Beat It”, do Rei do Pop, como jingle de campanha.
Em São Paulo, o humorista Tiririca é candidato a deputado federal, pelo Partido da República (PR). Em seu programa eleitoral, no horário gratuito da televisão, ele avisa: “Quero ser deputado federal, para ajudar os mais necessitados, inclusive a minha família” -. Um dos lemas da campanha do humorista é “Vote em Tiririca, pior do que está, não fica”. Seu nome também é um dos mais postados no Twitter e os vídeos de sua campanha estão entre os mais populares do YouTube.
Entre os candidatos, também estão músicos e desportistas. Candidata a deputada federal por São Paulo, a “Mulher Pêra”, do Partido Trabalhista Nacional (PTN) se afirma como a candidata que representa a força jovem do país. Como lema, a campanha dela tem: “A comunidade diz: vote na Pêra pra ser feliz”. Em sua página eletrônica na internet, a candidata aparece em fotos bem ousadas. No time dos músicos, Kiko, do grupo KLB, também é candidato à Câmara Federal, pelo partido Democratas (DEM).
No time dos desportistas, os craques Marcelinho Carioca, Romário e Maguila são os destaques da campanha eleitoral. Na campanha do ex-lutador Maguila à Câmara, o candidato afirma: “Minha luta, agora, é em Brasília, por nossas crianças, pelo esporte, contra as drogas”.
Outro candidato que se destaca na campanha eleitoral é o estilista Ronaldo Ésper, do Partido Trabalhista Cristão (PTC). Conhecido por suas agulhadas no mundo dos famosos, Ésper afirma que quer, agora, “agulhar os políticos para mudar Brasília”.
E quem não é necessariamente famoso, pode contar com a ajuda deles para conquistar o voto dos eleitores. É o caso do candidato a deputado federal Luciano Enéas, que tenta repetir o sucesso de seu pai, Enéas – criador do famoso bordão “Meu nome é Enéas” –; do, também, candidato à Câmara Federal Alessander Vigno, apoiado por sua esposa Mara Maravilha; e do candidato Raul Gil Júnior, apoiado pelo apresentador Raul Gil.
Os famosos querem repetir, este ano, o caminho de outros tantos que ganharam espaço no Congresso Nacional, como, mais recentemente, o cantor Frank Aguiar e o estilista Clodovil Hernandes.
Fonte: Imirante
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Comentários (4)
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diogo lyra · 02/10/2010 às 18:44
otima mas cmo se diz a voz do povo e a voz de deus !!!kkkk
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luana · 31/08/2010 às 17:35
Fabio alguns fazem isso outros nao isso e minoria entao nao vamos levar em conta nao eles tao querendo mesmo e fama vissseeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
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Fabio Burch Salvador · 30/08/2010 às 16:45
Tchê, quero te fazer uma rápida correção: Luciano Enéas não é filho de Enéas Carneiro. Ele é filho de outro "enéas", um imitador do falecido deputado, que chegou a ser processado por concorrer a Vereador usando o visual e o bordão do imitado. Luciano Enéas chegou a sofrer ameaça de processo do Enéas, quando ele era vivo. Quanto aos palhaços, é o seguinte: Aqui no Rio Grande do Sul, tivemos um "palhaço" concorrendo a vereador em Pelotas, uma das maiores cidades do Estado. O nome de urna da figurinha era Cururu, ele se vestia com roupas gauchescas velhas e esgualepadas, e dizia: "Lá em casa, a coisa tá feia. Tá faltando comida, tem goteira, e na falta de papel higiênico, andamos usando jornal velho mesmo. Agora, eu peço o seu voto para resolver o meu problema." Cururu foi eleito. Não investiu um centavo na campanha (não tinha nem isso), mas caminhou muito e fez uma votação histórica. Depois de eleito, sofreu discriminação dos parlamentares "de verdade", tendo seu gabinete, inclusive, instalado no subsolo da Câmara, junto com o arquivo e outras repartições mais esquecidas. Mas lá, ele recebia o povo, que se aglomerava em grandes números. Cururu na verdade começou a apresentar propostas e discursos que, apesar de simplórios, tinham muito mais ligação com as demandas do povo mais simples, dos grotões e favelas, do que as propostas dos engomadinhos de sempre. E efetivamente abriu a boca na imprensa local, revelando esquemas nefandos como se estivesse contando um causo no boteco da esquina. Acabou derrubado, por quebra de decoro parlamentar. Se resolver concorrer em 2012, tenho a nítica certeza de que volta ao Legislativo nos braços do povo.
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luana · 20/08/2010 às 15:19
e muita palhaçada mesmo so faltava essa roubo atras de roubo
