Os trabalhadores em situações totalmente degradantes foram resgatados no dia 1º de setembro por policiais rodoviários federais, em uma operação conjunta com o Ministério Público do Trabalho. Na propriedade, os trabalhadores estavam sem remuneração há mais de 4 meses, sem equipamentos de proteção individual e sem a carteira de trabalho assinada.

A reunião ocorrida na tarde de ontem na sede da 3ª Delegacia da PRF contou com a presença do MTP, representado pelo Procurador Edno Carvalho Moura, do advogado da empresa empregadora, Nélio Rodrigues, e dos trabalhadores da carvoaria.
Em entrevista ao Portal Floriano News, o advogado declarou que precisa estudar com calma a situação, para definir como acontecerá o ressarcimento dos trabalhadores.
“A versão da empresa é uma, dos trabalhadores é outra, e eu vou ter que analisar com calma a situação e a gente vai tentar buscar a verdade real e a solução pacífica e justa para esse litígio”, disse Nélio Rodrigues.

Na próxima segunda-feira (18), a empresa deve emitir um parecer sobre o pagamento dos trabalhadores, sob pena de responder na Justiça por exploração de trabalho análogo ao escravo.
