A lua pálida no céu reveste-se garbosa de um véu de nuvens, flores brotam nos sepulcros, a vida surge da morte, gatos negros de olhos de fogo pulam a mureta cheia de cacos de vidro.

Estrelas no céu, sepulcros no chão. Estranhas sementes que nunca florescem, descem ao chão e abortadas estão. Morcegos sombrios, sangue e vinho, magia de wiccas. Um vento gélido eriça a espinha e sinto alguém informe, um espírito vagabundeando e errante, uma alma sem sossego e sem preces de um índio da nação Areriú.

Vejo também o espírito do enforcado Sebastião cujos grilhões e as punições o castigaram, tem uma corda nas mãos, triste foi o seu banzo, e distante o seu canto.