Carlos Malta celebra os 80 anos de Gilberto Gil em álbum com Pife Muderno e o aval (e voz) do cantor
05/05/2022 10h54Fonte G1
Imagem: Reprodução
O ciclo de comemorações das efemérides inclui a edição do álbum duplo Carlos Malta e Pife Muderno em Gil, programado para ser lançado em 3 de junho.
Com mais de 25 músicas, entre versões completas e suítes, e mais de uma dezena de pequenos solos e interlúdios, o álbum tem ao todo 40 faixas e conta com a presença do artista homenageado em oito dessas 40 faixas.
Uma delas, Expresso 2222 (1972), começa a circular na sexta-feira, 6 de maio, em single gravado com a voz de Gil. Essa faixa específica também celebra os 50 anos do álbum Expresso 2222 (1972), gravado pelo cantor e compositor baiano na volta ao Brasil após o exílio involuntário em Londres.
Multi-instrumentista e compositor carioca que está em cena mais de 40 anos, tendo se tornado referência no toque dos sopros, sobretudo da flauta, Malta trabalhou com Gil de 2000 a 2004.
Antes, em 1994, Carlos Malta fundou o Pife Muderno, sexteto carioca que, com a morte do baterista Oscar Bolão (1954 – 2022) em 16 de fevereiro, se tornou um quinteto integrado por Andrea Ernest Dias (flauta), Bernardo Aguiar (percussão), Durval Pereira (zabumba) e Marcos Suzano (percussão), além de Malta. A propósito, o álbum Carlos Malta e Pife Muderno em Gil é o último registro fonográfico de Bolão.
Gravado entre outubro de 2021 e janeiro deste ano de 2022 no Estúdio Palco, de Gil, o disco foi viabilizado através de parceria entre as empresas Carlos Malta Produções Artísticas e Gege Produções Artísticas. Caberá à gravadora carioca Deck lançar o álbum no mercado fonográfico.
Além de Expresso 2222, o repertório do disco abarca músicas que abrangem os 60 anos de carreira de Gil, como a canção Refazenda (1975), cuja gravação será apresentada em 13 de maio como o segundo single do álbum Carlos Malta e Pife Muderno em Gil.
Grupo calcado na interação dos sopros com a percussão, Pife Muderno aborda a obra de Gil com camada sutil de base eletrônica de percussão, pilotada por Marcos Suzano, o que gerou sonoridade até então inexplorada pelo grupo em 28 anos de atividade.
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