Aras e procuradores vão ao AM acompanhar desdobramentos do caso Dom e Bruno
19/06/2022 12h43Fonte G1
Imagem: Reprodução
A Polícia Federal já confirmou que os restos mortais colhidos em uma área de mata cerrada na terra indígena do Vale do Javari, no oeste do Amazonas, são de Dom Phillips. A análise sobre o material de Bruno Pereira ainda não foi divulgada.
Além de Aras, devem integrar a comitiva a coordenadora da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais, Eliana Torelly; o coordenador da Câmara Criminal do Ministério Público Federal, Carlos Frederico, e o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena.
Segundo material divulgado pela PGR, o grupo quer "discutir medidas e ações de restruturação da atuação institucional na região amazônica, bem como ampliar a articulação do MPF com outros órgãos públicos com vistas ao combate à macrocriminalidade e ao enfrentamento de violações aos direitos indígenas, direitos humanos e outros crimes registrados na região".
Dom e Bruno estavam desaparecidos desde 5 de junho, enquanto faziam uma viagem na terra indígena do Vale do Javari (AM).
Três pessoas foram presas por envolvimento no crime (relembre abaixo). O material chegou para análise no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília, na noite de quinta-feira (16).
Em nota divulgada nesta sexta, a PF também informou que as investigações apontam que não houve mandante ou organização criminosa envolvida no crime. Segundo o texto, a apuração continua e novas prisões podem ocorrer, mas o inquérito aponta "que os executores agiram sozinhos".